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Keitton Batista alerta para impactos da estiagem e defende planejamento para minimizar prejuízos no Amazonas

O pré-candidato a deputado estadual pelo Agir, Keitton Batista, alertou para os impactos da estiagem prevista para este ano no Amazonas e defendeu a necessidade de planejamento e ações preventivas para reduzir os prejuízos enfrentados pela população, especialmente nos municípios do interior do Estado.

De acordo com Keitton, as previsões indicam uma seca mais intensa, influenciada pelos efeitos do El Niño, cenário que exige atenção do poder público e acompanhamento permanente das condições dos rios e das comunidades mais afetadas.

“A estiagem preocupa porque seus impactos vão muito além da redução do nível dos rios. Ela interfere diretamente na vida das pessoas, dificulta o transporte, compromete o abastecimento, afeta a produção rural e traz consequências para toda a economia do Amazonas”, afirmou.

O ex-prefeito de Coari destacou que a navegação é a principal via de deslocamento para milhares de famílias amazonenses e que a redução dos níveis dos rios pode comprometer o acesso a alimentos, medicamentos, combustíveis e outros insumos essenciais.

“A realidade do Amazonas é diferente da maior parte do país. Quando os rios sofrem com a estiagem, comunidades inteiras enfrentam dificuldades para se locomover, estudar, trabalhar e receber atendimento de saúde. Por isso, esse é um tema que precisa ser tratado com planejamento e responsabilidade”, ressaltou.

A experiência de Keitton com os impactos da estiagem também faz parte de sua trajetória administrativa. Durante a gestão como prefeito de Coari, entre 2022 e 2024, coordenou ações de ajuda humanitária para enfrentar os períodos de cheia e seca dos rios, beneficiando mais de 6 mil famílias com a distribuição de cestas básicas, água potável e kits de higiene, além de medidas voltadas ao atendimento das comunidades mais afetadas.

Keitton também chamou atenção para os reflexos econômicos provocados pelo período de seca, que afetam atividades como a agricultura familiar, a pesca, o comércio e o transporte de mercadorias, além de possíveis impactos sobre o abastecimento e o sistema de energia elétrica. Para ele, a preparação antecipada é fundamental para minimizar os efeitos da estiagem e garantir maior segurança às populações mais vulneráveis.

“Não podemos agir apenas quando a situação se agrava. É preciso fortalecer o planejamento, monitorar as áreas mais sensíveis e adotar medidas preventivas para reduzir os prejuízos. Cuidar da estiagem é cuidar das pessoas que dependem diariamente dos rios para viver”, destacou.

Keitton afirmou ainda que acompanhar de perto esse cenário é uma forma de contribuir para ampliar o debate sobre um dos principais desafios enfrentados pelo Amazonas todos os anos.

“A estiagem não afeta apenas quem mora às margens dos rios. Ela impacta toda a cadeia econômica do Estado e a vida de milhares de amazonenses. Precisamos manter esse tema em evidência para buscar soluções que reduzam seus efeitos e protejam nossa população”, concluiu.