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Republicanos Lidera Ranking De Partidos Com Maior Potencial Eleitoral No Amazonas Para 2026

O cenário político do Amazonas tem sido marcado por movimentações intensas, especialmente com filiações ao MDB.

Uma das narrativas que surgiram nesse contexto é a de que o Republicanos, partido liderado no estado pelo deputado federal Silas Câmara, teria se enfraquecido. No entanto, especialistas avaliam de forma diferente.

O Republicanos apresenta uma nominata competitiva para deputado federal em 2026. Além de Silas Câmara, que obteve 125.069 votos nas eleições de 2022, o partido conta com nomes como:


João Luís, que alcançou 45 mil votos
Viviane Lima, com 20 mil votos
Jorge Oliveira (ex-secretário da SEDEL)
Massami Miki (ex-deputado federal).

Esse grupo fortalece a legenda e a posiciona como uma das mais estratégicas para nomes de peso que pretendem disputar uma vaga à Câmara Federal, como Jesus Alves, Pauderney Avelino e Coronel Menezes entre outros nomes que queiram realmente disputar uma eleição é não ser rabo como se diz na gíria política,caso optem por integrar um partido onde a segunda vaga seja disputada em condições mais equilibradas.

Nas últimas eleições, o Republicanos demonstrou força e organização sob a liderança de Silas Câmara. Em 2018, elegeu dois deputados federais. Em 2022, repetiu o feito — mesmo sem ocupar cargo majoritário — algo extremamente relevante em um estado que possui apenas oito vagas na Câmara dos Deputados.

Além disso, o Republicanos é um dos seis maiores partidos do Brasil. No Amazonas, figura entre os quatro com maior representação política. Conta ainda com o apoio de instituições religiosas expressivas, como a Assembleia de Deus e a Igreja Universal, além de influência significativa na comunicação, com veículos como a Record e a Rádio Boas Novas.

Silas Câmara, atualmente em seu sétimo mandato consecutivo como deputado federal, mantém forte atuação no interior do estado, consolidando uma base política sólida e capilarizada.

Diante de um cenário eleitoral cada vez mais competitivo — onde não há garantias nem mesmo para disputas ao Senado ou ao Governo do Estado

— surge a pergunta: quem abriria mão de uma força política estruturada e com histórico comprovado de êxito?