Professor de jiu-jítsu é preso por estupro de aluna de 14 anos
Diego Marinho, de 33 anos, foi localizado e preso no bairro Nova Esperança, zona Centro-Oeste de Manaus. O crime aconteceu no final de 2025. Ele se aproveitou que a aluna estava sozinha em casa e cometeu o ato criminoso.
O mestre de jiu-jitsu, Diego Marinho, de 33 anos, foi preso na manhã desta terça-feira (21) por policiais civis da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) em cumprimento a mandado de prisão preventiva por estupro contra uma aluna de 14 anos. Ele é o segundo professor de artes marciais preso em menos de um mês por violência sexual contra alunos.
Conforme a Policia Civil do Amazonas (PC-AM), o crime ocorreu no final de 2025. A vítima, por medo não contou para o pai, mas, confidenciou à uma amiga o ocorrido. Ela pediu ajuda para contar ao genitor o que aconteceu. Ele ao tomar ciência do crime compareceu na Depca, situada na rua Via Láctea, conjunto Morada do Sol, bairro Aleixo, zona Centro-Sul da cidade, para formalizar a denúncia.
Conforme a Depca, Diego se aproveitou do fato de ser mestre da vítima para, entrar na casa da jovem sem a presença do genitor dela e cometer o estupro. Ele foi preso e encaminhado para a sede da especializada. A reportagem não localizou a defesa do suspeito. Ele passou por Audiência de Custódia, no Fórum Ministro Henoch da Silva Reis, bairro São Francisco, zona Centro-Sul da capital e segue à disposição da Justiça.
A PC-AM solicita que mais vítimas possam comparecer na sede da Depca para contribuir com as investigações. A esposa de Diego, a professora de jiu-jitsu, Maysa Ladislau, emitiu uma nota no próprio perfil no Instagram, onde afirma que “recebeu a notícia com dor e um forte senso de responsabilidade”. Confira a nota na íntegra abaixo:

Outros casos
Também neste mês, o professor de jiu-jítsu Carlos Vieira Holanda foi preso pela PC-AM após permanecer mais de um mês foragido. Ele é investigado pelos crimes de estupro de vulnerável, importunação sexual e exploração sexual de, pelo menos, sete alunas, entre adolescentes e crianças.
Outro caso de grande repercussão envolve o investigador da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) e professor de jiu-jítsu Melquisideque de Lima Galvão Ferreira, conhecido como “Melqui”. Ele foi preso em 28 de abril deste ano por suspeita de estupro de vulnerável, importunação sexual, ameaça e invasão de dispositivo informático.
*A Crítica

