Empresário dono de Portal, formaliza denúncia junto ao MP-AM contra vereador Salazar por ataques e ameaça
Representação aponta ataque à imprensa, exposição indevida e escalada de intimidação após publicação em redes sociais.
Resumo
Vereador Alexandre da Silva Salazar é denunciado ao Ministério Público do Amazonas (MP-AM) por publicação de vídeo ofensivo, suposta violação à liberdade de imprensa e por incentivar ameaças contra jornalista em Manaus.
Notícias de Manaus – O vereador de Manaus Alexandre da Silva Salazar foi formalmente denunciado ao Ministério Público do Amazonas (MP-AM) por supostas práticas que envolvem ataque à imprensa, publicação de conteúdo ofensivo e incentivo indireto a ameaças de morte ao empresário Hugo Guimarães. A representação foi registrada nesta quinta-feira (29) e classificada como denúncia de natureza criminal.
Resumo
Vereador Alexandre da Silva Salazar é denunciado ao Ministério Público do Amazonas (MP-AM) por publicação de vídeo ofensivo, suposta violação à liberdade de imprensa e por incentivar ameaças contra jornalista em Manaus.
Notícias de Manaus – O vereador de Manaus Alexandre da Silva Salazar foi formalmente denunciado ao Ministério Público do Amazonas (MP-AM) por supostas práticas que envolvem ataque à imprensa, publicação de conteúdo ofensivo e incentivo indireto a ameaças de morte ao empresário Hugo Guimarães. A representação foi registrada nesta quinta-feira (29) e classificada como denúncia de natureza criminal.
O autor da denúncia é Hugo Guimarães, proprietário e responsável legal pelo portal de notícias Portal AMPOST, que afirma ter sido alvo de exposição pública e ataques após a divulgação de um vídeo do parlamentar nas redes sociais.
Motivo da denúncia: vídeo ofensivo e imputação de fatos desonrosos
De acordo com o registro oficial, após divulgação de algumas matérias sobre sua atividade parlamentar, o vereador publicou um vídeo considerado ofensivo, no qual há exposição nominal do jornalista e a imputação de fatos desonrosos. O conteúdo divulgado pelo parlamentar faz menção explícita ao uso de violência, com frases indicando que conflitos não seriam resolvidos “na conversa”, mas “na bala”. O vídeo também conteria insinuações de que o jornalista poderia sofrer sequelas físicas, o que aumentou a sensação de risco.
“Ah tu quer ir para a porrada comigo? Tenta a sorte. Primeiro que eu não sei brigar, eu aprendi foi atirar. Experimenta me agredir na rua para ver se eu não vou fazer tu usar duas antenas parabólicas uma em cada perna”, disse.
A denúncia sustenta que o conteúdo extrapola o direito à crítica e pode configurar violação direta à liberdade de imprensa e aos direitos fundamentais, especialmente por partir de uma autoridade pública com grande alcance e influência nas redes sociais.

Documentos anexados e análise do MP-AM
A denúncia protocolada conta com arquivos anexos, incluindo o conteúdo completo da representação e materiais que, segundo o autor, comprovam as alegações de ataque, exposição indevida e ameaças. Os documentos estão disponíveis na Pasta Digital do procedimento e devem ser analisados pelo Ministério Público.
Com base nos elementos apresentados, o MP-AM poderá decidir pela abertura de investigação formal, adoção de medidas cautelares ou outras providências legais cabíveis.
Debate sobre liberdade de imprensa e responsabilidade pública
O episódio reforça o debate sobre a proteção à liberdade de imprensa e os riscos enfrentados por jornalistas diante de ataques públicos. Especialistas apontam que a crítica política é legítima, mas não pode ultrapassar os limites legais, nem estimular perseguição, difamação ou violência.

