Senadora critica visual de Virginia na CPI e alerta para apelo infantil
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Consulte mais informaçãoO deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou nesta segunda-feira (via rede social) que irá protocolar um pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, por suposta interferência política no Maranhão — estado que Dino governou até 2022. Segundo Nikolas, durante uma aula magna sobre “STF e harmonia entre os poderes”, realizada no Maranhão, Dino teria sugerido nomes de possíveis candidatos para a futura chapa de governador e vice no estado. A crítica do deputado se baseia na tese de que Dino, agora ministro da Suprema Corte, estaria violando o princípio da imparcialidade ao participar de discussões político-eleitorais locais. “Dino está interferindo diretamente na disputa política do Maranhão enquanto ministro do STF, cometendo assim crime de responsabilidade”, escreveu Nikolas em sua publicação. Como reforço à acusação, o parlamentar mencionou uma nota do atual governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), que teria tentado suavizar a repercussão afirmando que “esse não é o momento de disputa política” — o que, segundo Nikolas, seria uma confirmação implícita de que o evento teve caráter político. O deputado anunciou que acionará o Senado Federal com um pedido de impeachment e também o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para que o comportamento de Flávio Dino seja apurado formalmente. Para Nikolas, o Judiciário deve ser imparcial e não agir como “um comitê eleitoral”. Até o momento, nem Flávio Dino nem o STF se pronunciaram oficialmente sobre o episódio.
Consulte mais informaçãoA 5ª Feira Nacional da Reforma Agrária, realizada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) entre os dias 8 e 11 de maio em São Paulo, teve apoio explícito de membros do governo federal e foi marcada por fortes ataques ao agronegócio brasileiro. O evento reuniu ministros, parlamentares e representantes de estatais, enquanto exibia cartazes e slogans que associavam o setor produtivo rural a “fome, envenenamento, guerra e golpe de Estado”. As críticas foram estampadas em faixas e materiais visuais inspirados na campanha “Agro é Pop”, da TV Globo, em uma tentativa deliberada de confrontar a imagem positiva do agronegócio na opinião pública. Um dos materiais, divulgado pelo jornalista Nacho Lemus (Telesur), descrevia o evento como uma feira em que o MST “denuncia a responsabilidade do agronegócio na crise ambiental, na fome e na tentativa de golpe de Estado”. Apesar do tom político radical e da retórica de enfrentamento, o evento contou com a presença de autoridades de alto escalão do governo Lula, incluindo o vice-presidente Geraldo Alckmin, que elogiou publicamente o movimento, afirmando que o MST “desempenha um papel crucial para a agroecologia e agricultura familiar”. Ministros como Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Luiz Marinho (Trabalho), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário), Márcia Lopes (Mulheres) e Márcio Macêdo (Secretaria-Geral da Presidência) também compareceram. Gleisi afirmou que o evento é uma “grande propaganda sobre essa produção saudável e livre de agrotóxicos” e disse que o MST é “fundamental para o país”. Durante o evento, o MST firmou acordos com entidades federais, como o Instituto Federal de São Paulo (IFSP), os Correios e a Fundação Banco do Brasil, prevendo apoio logístico, técnico e financeiro para iniciativas do movimento — inclusive aquelas associadas a ocupações de terra. O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), comandado por Paulo Teixeira, oficializou o apoio institucional. Essas parcerias ocorreram mesmo com o MST mantendo sua prática de invasões de propriedades rurais, o que tem gerado reações no setor produtivo e entre representantes da bancada do agronegócio no Congresso. A feira, que deveria focar em reforma agrária, foi usada como palco político para mobilização ideológica e confronto direto contra o agronegócio brasileiro — responsável por cerca de 25% do PIB nacional. Lideranças do setor rural reagiram com críticas ao evento e ao apoio institucional do governo. Para representantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o uso de estatais e ministérios para financiar ou apoiar politicamente um movimento que criminaliza o agro é um grave sinal de descolamento da realidade econômica do país.
Consulte mais informaçãoO ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira (12) um pedido da defesa da deputada federal Carla Zambelli SP) para suspender o julgamento da ação penal que apura sua participação na invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2022. O processo está em fase final na Primeira Turma da Corte, com quatro votos já favoráveis à condenação. A defesa baseou o pedido em um requerimento do Partido Liberal (PL), apresentado à Câmara
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