Agentes da Defesa Civil de Manaus recebem homenagem na CMM
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Read MoreTelefonista que atuou em call center usado por entidades da farra dos descontos do INSS conta detalhes do atendimento a
Read MoreO maior escândalo envolvendo o INSS não foi um acidente nem um desvio pontual — foi uma fraude estruturada, bilionária e profissionalizada. Centrais de telemarketing, como a Callvox e a Truetrust Call Center, foram contratadas em massa a partir do fim de 2023 para manter um “SAC das fraudes”, orientado a enganar aposentados que ligavam para reclamar de descontos indevidos em seus benefícios. A informação é do site Metrópoles. Funcionários recebiam scripts prontos com instruções para justificar os débitos como “adesões via WhatsApp” ou autorizações feitas “pelos filhos dos aposentados”. Segundo relatos de uma ex-telefonista, os atendentes eram instruídos a prometer reembolsos em 10 dias — prazo que, com o tempo, foi sendo estendido indefinidamente, enquanto o dinheiro não voltava. Por trás das operações estão nomes como Antonio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, e Domingos Sávio de Castro, donos da Truetrust. Eles são acusados de lavar milhões recebidos das entidades envolvidas, pagando propina a dirigentes do INSS por meio de empresas e parentes. Parte do dinheiro foi rastreada até o ex-procurador do INSS Virgílio Oliveira Filho e ao escritório do filho do ex-diretor de Benefícios André Fidelis. A CBPA, uma das entidades que operavam os descontos, saltou de arrecadação zero em 2022 para R$ 57,8 milhões em 2023. Outras entidades como Abrasprev e Abapen também estão nas investigações, mas escaparam da ação da AGU que pede o bloqueio de R$ 2,56 bilhões de 12 associações acusadas de participar do esquema. Mesmo com reportagens publicadas desde dezembro de 2023, o governo Lula só reagiu após a deflagração da Operação Sem Desconto pela Polícia Federal em abril de 2024, que estima em R$ 6,3 bilhões o total desviado. O escândalo levou à queda do presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, e do ministro da Previdência, Carlos Lupi. A fraude, operada com suporte técnico, cobertura institucional e silêncio político, expôs a falência de fiscalização dentro do INSS e o abandono dos aposentados brasileiros à própria sorte. O governo, que deveria protegê-los, assistiu inerte enquanto uma rede criminosa agia com métodos empresariais dentro da máquina pública.
Read MoreNem mesmo os partidos com ministérios conseguem fingir lealdade quando o eleitorado grita Em menos de 30 dias, o governo Lula(PT) acumulou uma série de oito derrotas estratégicas no Congresso, expondo a fragilidade de uma base aliada que se mostra cada vez mais simbólica no papel e inoperante na prática. O mais recente abalo veio do PDT, que rompeu formalmente com o Planalto após a queda de Carlos Lupi do Ministério da Previdência pasta envolvida no escândalo bilionário de fraudes no INSS. Enquanto isso, Lula assiste passivamente à corrosão de sua governabilidade, agravada por sucessivos episódios de deslealdade por parte de partidos que ocupam ministérios e, ao mesmo tempo, sabotam a agenda presidencial no Legislativo. No dia 7 de maio, a Câmara aprovou com ampla maioria (315 a 143) a suspensão de uma ação penal contra o deputado Alexandre Ramagem (PL), isolando mais uma vez o PT e seus aliados de esquerda. A decisão expôs não só o enfraquecimento da articulação do governo, como também o distanciamento de partidos como União Brasil, PP, PSD e MDB — todos ocupando posições estratégicas na Esplanada dos Ministérios. A sucessão de derrotas começou em abril, com o avanço do pedido de urgência para a anistia dos condenados pelos atos de 8 de janeiro. No dia 22, o líder do União Brasil, Pedro Lucas Fernandes
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