Cerca de 500 alunos da Prefeitura de Manaus participam das Seletivas da 26ª Municipíadas da DDZ Leste 2
A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), segue com as seletivas da 26ª Municipíadas da
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Read MoreA Prefeitura de Manaus, por meio da Diretoria de Vigilância Sanitária (Visa Manaus), da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), fiscalizou
Read MoreO Supremo Tribunal Federal (STF) tem mantido sob sigilo informações sobre viagens realizadas por seus ministros em aeronaves da Força
Read MoreO deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou nesta segunda-feira (via rede social) que irá protocolar um pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, por suposta interferência política no Maranhão — estado que Dino governou até 2022. Segundo Nikolas, durante uma aula magna sobre “STF e harmonia entre os poderes”, realizada no Maranhão, Dino teria sugerido nomes de possíveis candidatos para a futura chapa de governador e vice no estado. A crítica do deputado se baseia na tese de que Dino, agora ministro da Suprema Corte, estaria violando o princípio da imparcialidade ao participar de discussões político-eleitorais locais. “Dino está interferindo diretamente na disputa política do Maranhão enquanto ministro do STF, cometendo assim crime de responsabilidade”, escreveu Nikolas em sua publicação. Como reforço à acusação, o parlamentar mencionou uma nota do atual governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), que teria tentado suavizar a repercussão afirmando que “esse não é o momento de disputa política” — o que, segundo Nikolas, seria uma confirmação implícita de que o evento teve caráter político. O deputado anunciou que acionará o Senado Federal com um pedido de impeachment e também o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para que o comportamento de Flávio Dino seja apurado formalmente. Para Nikolas, o Judiciário deve ser imparcial e não agir como “um comitê eleitoral”. Até o momento, nem Flávio Dino nem o STF se pronunciaram oficialmente sobre o episódio.
Read MoreA 5ª Feira Nacional da Reforma Agrária, realizada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) entre os dias 8 e 11 de maio em São Paulo, teve apoio explícito de membros do governo federal e foi marcada por fortes ataques ao agronegócio brasileiro. O evento reuniu ministros, parlamentares e representantes de estatais, enquanto exibia cartazes e slogans que associavam o setor produtivo rural a “fome, envenenamento, guerra e golpe de Estado”. As críticas foram estampadas em faixas e materiais visuais inspirados na campanha “Agro é Pop”, da TV Globo, em uma tentativa deliberada de confrontar a imagem positiva do agronegócio na opinião pública. Um dos materiais, divulgado pelo jornalista Nacho Lemus (Telesur), descrevia o evento como uma feira em que o MST “denuncia a responsabilidade do agronegócio na crise ambiental, na fome e na tentativa de golpe de Estado”. Apesar do tom político radical e da retórica de enfrentamento, o evento contou com a presença de autoridades de alto escalão do governo Lula, incluindo o vice-presidente Geraldo Alckmin, que elogiou publicamente o movimento, afirmando que o MST “desempenha um papel crucial para a agroecologia e agricultura familiar”. Ministros como Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Luiz Marinho (Trabalho), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário), Márcia Lopes (Mulheres) e Márcio Macêdo (Secretaria-Geral da Presidência) também compareceram. Gleisi afirmou que o evento é uma “grande propaganda sobre essa produção saudável e livre de agrotóxicos” e disse que o MST é “fundamental para o país”. Durante o evento, o MST firmou acordos com entidades federais, como o Instituto Federal de São Paulo (IFSP), os Correios e a Fundação Banco do Brasil, prevendo apoio logístico, técnico e financeiro para iniciativas do movimento — inclusive aquelas associadas a ocupações de terra. O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), comandado por Paulo Teixeira, oficializou o apoio institucional. Essas parcerias ocorreram mesmo com o MST mantendo sua prática de invasões de propriedades rurais, o que tem gerado reações no setor produtivo e entre representantes da bancada do agronegócio no Congresso. A feira, que deveria focar em reforma agrária, foi usada como palco político para mobilização ideológica e confronto direto contra o agronegócio brasileiro — responsável por cerca de 25% do PIB nacional. Lideranças do setor rural reagiram com críticas ao evento e ao apoio institucional do governo. Para representantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o uso de estatais e ministérios para financiar ou apoiar politicamente um movimento que criminaliza o agro é um grave sinal de descolamento da realidade econômica do país.
Read MoreO ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira (12) um pedido da defesa da deputada federal Carla Zambelli SP) para suspender o julgamento da ação penal que apura sua participação na invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2022. O processo está em fase final na Primeira Turma da Corte, com quatro votos já favoráveis à condenação. A defesa baseou o pedido em um requerimento do Partido Liberal (PL), apresentado à Câmara
Read MoreO ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu habeas corpus preventivo à influenciadora Virginia Fonseca, autorizando-a a exercer o direito ao silêncio durante seu depoimento à CPI das Apostas Esportivas, conhecida como CPI das Bets. A sessão está marcada para as 11h desta terça-feira (13/5). A decisão garante à influenciadora o direito de não responder a perguntas que possam incriminá-la, além de assegurar que ela não seja submetida a condução coercitiva ou medidas restritivas de liberdade. O habeas corpus segue a jurisprudência consolidada do STF, que reconhece o direito de qualquer convocado a permanecer em silêncio, ainda que na condição de testemunha. O pedido de convocação foi feito pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), relatora da CPI. A comissão aprovou o requerimento em dezembro de 2023, com base em supostas ligações entre influenciadores digitais e casas de apostas — um dos principais focos da investigação parlamentar. Virginia Fonseca, que possui mais de 50 milhões de seguidores nas redes sociais, é embaixadora de marcas e tem contratos com empresas do setor de entretenimento digital, incluindo plataformas que operam no mercado de apostas online. A CPI quer esclarecer se houve promoção indevida de sites de apostas ou conflito de interesse envolvendo personalidades da internet e empresas investigadas. A defesa da influenciadora alega que Virginia não cometeu qualquer irregularidade, e que sua convocação se deu apenas por sua notoriedade pública, sem fatos concretos que justifiquem sua participação na CPI.
Read MoreCoroas de flores foram dispostas pelo caminho até a sepultura de números 649-650. Cânticos católicos ao som de violão foram
Read MoreO ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento de um inquérito contra o ex deputado
Read MoreLuciane Barbosa Farias, conhecida como a“Dama do Tráfico” amazonense, está foragida desde o fim de janeiro de 2024. Ela foi condenada a 10 anos de prisão por associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro, com sentença já transitada em julgado no Supremo Tribunal Federal(STF). O mandado de prisão foi expedido pela 2ª Vara de Delitos de Tráfico de Drogas do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) em 29 de janeiro. Luciane ganhou notoriedade após se reunir, em duas ocasiões, com autoridades do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) em 2023. As reuniões, reveladas pela imprensa, geraram forte repercussão política e levantaram questionamentos sobre os critérios de acesso de representantes ao ministério. Mesmo já condenada, Luciane recorria em liberdade até o esgotamento dos recursos. Desde então, não foi localizada pela Justiça. Ela é esposa de Clemilson dos Santos Farias, o “Tio Patinhas”, apontado como uma das principais lideranças do Comando Vermelho no estado do Amazonas. A ausência de resposta oficial do MJSP sobre o episódio reacendeu críticas à política de interlocução com movimentos sociais e entidades civis, além de levantar suspeitas sobre infiltrações de representantes de facções no aparato estatal. Luciane continua foragida, e seu paradeiro é desconhecido pelas autoridades.
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