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Braga reforça apoio ao fim da escala 6×1

Proposta já começou a ser analisada pelo Senado e pode ir à votação a partir de 31 de agosto

O candidato ao Senado Eduardo Braga (MDB), número 155, voltou a defender a aprovação da proposta que acaba com a escala 6×1, aquela em que a pessoa trabalha seis dias e folga apenas um.

O texto está na comissão responsável por verificar se a mudança respeita a Constituição. Braga defende que a discussão continue, com o cuidado necessário, para que a proposta possa seguir para votação.

Na prática, a mudança reduz a jornada de 44 para 40 horas por semana e garante dois dias de folga, sem diminuir o salário. Para Braga, é uma forma de melhorar a rotina de quem trabalha e quase não encontra tempo para descansar ou ficar com a família.

“Quem trabalha seis dias e tem só um de folga sabe como essa rotina é pesada. Muitas vezes, esse único dia é usado para resolver as coisas de casa e, quando termina, já está na hora de voltar ao trabalho. Precisamos fazer essa discussão e buscar uma mudança que melhore a vida do trabalhador sem reduzir o salário”, afirmou Braga.

Braga colocou o trabalhador como prioridade

Como líder do MDB no Senado, Braga já havia colocado o fim da escala 6×1 entre as prioridades do partido. No dia 13 de agosto, a bancada decidiu por unanimidade defender urgência para a proposta.

A discussão está no Congresso desde 2019. Braga defende que a mudança seja construída com responsabilidade, ouvindo trabalhadores e empresas e preservando os empregos.

“É hora de encontrar um caminho que dê mais tempo para a família e para o descanso, mas que também preserve os empregos. É uma mudança importante para milhões de trabalhadores e precisa ser tratada com responsabilidade”, afirmou.

O senador Omar Aziz (PSD-AM) foi escolhido para preparar o relatório que servirá de base para a votação. A proposta está entre os temas previstos para a semana de votações que começa em 31 de agosto e termina em 4 de setembro.

Braga defende que o Senado enfrente esse debate e dê uma resposta concreta aos milhões de brasileiros que sentem, todos os dias, o peso da escala 6×1.