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Artistas destacam legado de Jender Lobato na cultura durante encontro em Manaus

Mais de 120 artistas, entre representantes de escolas de samba, bandas, grupos de pagode, coletivos culturais e artistas independentes participaram, nesta quinta-feira, de um encontro com o pré-candidato a deputado estadual Jender Lobato, em Manaus. A reunião teve como eixo a defesa da cultura como ferramenta de geração de emprego, renda, inclusão e fortalecimento do turismo no Amazonas.

Quando o Grupo Cultural e Musical do Instituto PCD Juntos Somos Mais Fortes subiu ao palco do Sou Manaus Passo a Paço, levou aos grandes eventos da cidade uma proposta inédita: uma banda formada exclusivamente por músicos com deficiência. A iniciativa se tornou um dos exemplos lembrados por artistas e lideranças culturais durante encontro com o pré-candidato a deputado estadual Jender Lobato (Agir), que reuniu mais de 90 representantes do setor para discutir o papel da cultura na geração de emprego, renda, inclusão e fortalecimento do turismo no Amazonas.

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Segundo o presidente do Instituto PCD Juntos Somos Mais Fortes, Nederson Iglas, foi durante a gestão de Jender na Manauscult que o grupo ganhou espaço em um dos maiores eventos culturais da capital. O projeto nasceu com o objetivo de promover inclusão por meio da arte e ampliar oportunidades para artistas PCDs.

“O Jender não só atendeu a gente. Ele acolheu o nosso grupo com muito amor e carinho. Quando apresentei o projeto, ele entendeu que a música também é inclusão e abriu espaço para que Manaus conhecesse um grupo formado apenas por músicos com deficiência.”

Grupo Cultural e Musical do Instituto PCD

Criado há três anos, o grupo reúne instrumentistas, compositores e produtores musicais com deficiência e nasceu a partir do trabalho desenvolvido pelo Instituto PCD Juntos Somos Mais Fortes, que atua na promoção da empregabilidade, inclusão social e acesso a direitos para pessoas com deficiência.

Para Nederson, a participação em grandes eventos representou mais do que uma apresentação artística.

“Eu jamais imaginaria estar tocando em um palco daquele juntamente com a banda que eu criei. Quando as pessoas conheceram o grupo, perceberam que ali estavam músicos profissionais. A música também é uma ferramenta de inclusão “, destacou.

Durante o encontro, Jender relembrou sua trajetória na cultura, desde a atuação na Fundação Villa-Lobos até a presidência da Manauscult, destacando ações voltadas à ampliação da participação de artistas independentes nos eventos públicos e à valorização da economia criativa como estratégia de desenvolvimento.

Ao abordar o tema, o pré-candidato voltou a defender que cultura, turismo e empreendedorismo caminham juntos e citou iniciativas que transformaram manifestações culturais em oportunidades de geração de emprego e renda, como o fortalecimento da gastronomia regional e de projetos sociais desenvolvidos por grupos comunitários.

A percepção de que a política cultural passou a alcançar novos segmentos também foi compartilhada por lideranças presentes no encontro. Presidente da Nação Mestiça, Elda Castro afirmou que pequenos artistas passaram a ter mais oportunidades durante a gestão de Jender.

“Antes os pequenos artistas não tinham chance. A gestão do Jender deu voz e espaço para todos”, disse.

As Marias

Outro exemplo citado foi o projeto As Marias, formado majoritariamente por mães atípicas. A presidente do grupo, Regiane, relatou que o apoio recebido durante a gestão da Manauscult ajudou a transformar o empreendedorismo em fonte de renda para dezenas de famílias.

“Há mais de um ano recebemos ajuda da Manauscult. Trabalho com um grupo de mulheres e a maioria são mães atípicas. O dinheiro gerado pelo empreendedorismo está pagando nosso aluguel e nossa cesta básica”, afirmou.

Ao encerrar o encontro, Jender reforçou que pretende continuar defendendo políticas públicas voltadas ao fortalecimento da cultura como instrumento de inclusão social, geração de renda e desenvolvimento econômico para o Amazonas.