Policial civil é considerada foragida após suspeita de roubo no Amazonas
Viviane Monteiro de Almeida teve prisão decretada pelo TJAM e é acusada de usar mandado falso em invasão a residência
A policial civil Viviane Monteiro de Almeida está sendo considerada foragida da Justiça. Ela é procurada desde quarta-feira (20), quando teve um mandado de prisão expedido pela Central de Prisão Criminal do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) em seu desfavor.
De acordo com o delegado Costa e Silva, a policial havia se comprometido a se apresentar espontaneamente, mas até o momento não compareceu. A polícia já esteve no endereço dela, mas não a encontrou. O advogado da investigada informou que pretende apresentá-la na segunda ou terça-feira.
Viviane é investigada por suspeita de participar de um roubo à residência de uma mulher, ocasião em que entrou acompanhada de dois homens utilizando um mandado de busca e apreensão falso.
A vítima relatou à polícia que foi rendida e algemada pela policial, enquanto ela e os comparsas reviravam a casa. Foram levados dinheiro, relógios, joias e outros objetos de valor.
Na noite de terça-feira (19), a investigadora havia sido abordada por policiais militares enquanto dirigia uma picape Amarok branca, placa NAU-4A07, veículo que estaria envolvido no crime.
A abordagem ocorreu após ordem recebida pela equipe de patrulhamento para interceptar o carro. O veículo foi parado no bairro São Raimundo, na rua São Francisco. No interior estava Viviane, que se identificou como policial civil.
Inicialmente, ela se recusou a descer do carro, apresentando a carteira funcional. Ao obedecer à ordem, negou-se a colocar as mãos sobre o capô, momento em que teve sua arma apreendida.
Durante revista no veículo, foram encontrados um pé de cabra, coletes à prova de balas, balaclavas da Polícia Civil e distintivos tanto da corporação quanto de empresa de segurança privada.
A investigadora foi conduzida ao 8º Distrito Integrado de Polícia, onde o caso é apurado pelo delegado Costa e Silva. Ouvida na delegacia, ela foi liberada por não estar em situação de flagrante, mas acabou sendo reconhecida pela vítima.

